Pessoal...
Tenham uma linda semana...maravilhosos dias estão por vir!!!
BOA SORTE!!!
Sucesso sempre!!!
Um super beijooo.
terça-feira, 12 de abril de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Massagem
-Três amigos estão no bar e um deles resolve falar de seu desempenho com a sua mulher na noite passada, e começa:
-Ontem eu massageei minha mulher com um azeite de oliva finíssimo, fizemos amor e fiz ele gritar por 5 minutos.
-Isso não é nada. -Responde o outro-Eu massageei a minha mulher com um bálsamo afrodisíaco, fizemos amor e fiz ela gritar por 15 minutos seguidos.
-Bando de imprestáveis-Responde o terceiro-Eu massageei o corpo de minha mulher com uma manteiga de búfala especial, fizemos amor e fiz ela gritar por 6 horas seguidas.
-Quê Isso! O que você fez para ela gritar tanto?
-Esfreguei as mãos nas cortinas.
by Rik
-Ontem eu massageei minha mulher com um azeite de oliva finíssimo, fizemos amor e fiz ele gritar por 5 minutos.
-Isso não é nada. -Responde o outro-Eu massageei a minha mulher com um bálsamo afrodisíaco, fizemos amor e fiz ela gritar por 15 minutos seguidos.
-Bando de imprestáveis-Responde o terceiro-Eu massageei o corpo de minha mulher com uma manteiga de búfala especial, fizemos amor e fiz ela gritar por 6 horas seguidas.
-Quê Isso! O que você fez para ela gritar tanto?
-Esfreguei as mãos nas cortinas.
by Rik
Como é bom ser FISIOTERAPEUTA!!!!!
Ser fisioterapêuta é uma dádiva de Deus; é ser a presença que falta na alma ou na vida de qualquer pessoa; é ser capaz de entender o antes, o meio e o final de qualquer recuperação; é trazer para dentro de si a responsabilidade da profissão; é tentar entrar num mundo que no começo é desconhecido e quando ao passar do tempo vai entendendo a capacidade de ser grande; é conhecer Deus e sentar do lado Dele; é saber recuar e ir em frente nas decisões; é ser capaz de se sentir útil para o paciente.
Ser Fisioterapêuta não é ser esnobe; querer ser o Rei ou a Rainha da cocada preta; achar que tudo pode sozinho e depois se sentir perdido no espaço e no tempo; não enganar o paciente na hora H; não ser frio; não ser pessímista; não ser feliz na profissão.
Hoje a importância de fisioterapia no mundo é de total certeza. Quem é que nunca precisou ou ouviu alguem falar que já foi se tratar na área de Fisioterapia? Que Profissão linda para sentir o que a pessoa que esta na sua frente sente (dor, incomôdo, fraqueza, deformidade, entre outras).
Veja como é belo a área que estamos. Podemos trabalhar em várias áreas da Fisioterapia, ou seja, Motora, pediatria, geriatria, UTI neonatal, UTI adulto, eletroterapia, massoterapia, pilates, HIDROTERAPIA, RPG (reeducação Postural Global); Ortopedia, Neurologia, etc. Tem lugar para todos na área. Não precisa passar por cima de alguém para se sentir o máximo, o lugar ao sol é para todos.
Como é recompensador uma pessoa agradecer por você ter sido o anjo da guarda na hora que mais ela precisou; Como é gratificante uma pessoa que a tempos não andava por causa do medo e com algumas sessões ela inicia o que ela mais desejava: ANDAR; Que belo o sorriso de uma criança Down, com paralisia, com sídromes, cadeirante, etc.
Podemos mudar o rumo de uma história nas poucas sessões que realizamos.
A gratidão e o sorriso daquela senhora ou senhor idoso que nunca tiveram uma mão estendida para ajudá-los a voltar a caminhar de cabeça erguida nesta vida conturbada.
Sou Fisioterapeuta com muito orgulho e sempre trabalharei com dignidade e compreenssão nesta profissão que tanto me faz feliz.
Paulo Amorim
Massagem não deve doer, defende fisioterapeuta
Tatiana Pronin
Editora do UOL Ciência e Saúde
Editora do UOL Ciência e Saúde
Para muita gente, massagem boa é aquela que dói. A tese do "No pain, no gain" ("Sem dor não há ganho"), muito repetida por adeptos da malhação pesada, não combina muito com a idéia de relaxar os músculos e aliviar o estresse. Mas, segundo pessoas que faziam massagem ayurvédica na clínica do professor Cristovão de Oliveira, em São Paulo, sair da sessão com hematomas não era incomum.
Para o médico e presidente da Associação Brasileira de Ayurveda Aderson Moreira da Rocha, a massagem tradicional indiana dificilmente causa desconforto. Isso porque o objetivo maior do toque é fazer os óleos medicinais penetrarem a pele. "Não há necessidade de nenhum movimento brusco", afirma, referindo-se à "abhyanga", modalidade mais comum de manipulação, muitas vezes feita a quatro mãos. O nome da prática em sânscrito, aliás, significa algo como "untar com amor", comenta Marcia De Luca, fundadora do Centro Integrado de Yoga, Meditação e Ayurveda.
Outro tipo comum de massagem ayurvédica, a "shirodhara", é ainda mais delicada: o óleo aromático é levemente aquecido e derramado sobre a testa do paciente. A técnica é especialmente indicada para relaxar e combater males como ansiedade e depressão. De Luca oferece na clínica, ainda, a "garshana", uma espécie de esfoliação feita com uma luva de fibras naturais, seguida da aplicação dos óleos, para estimular a eliminação de toxinas da pele.
Dor "boa"
"Uma coisa é aquela 'dor boa' descrita por alguns pacientes quando você mexe no nó muscular para desfazê-lo; outra, bem diferente, é a pessoa sair machucada", diz o fisioterapeuta Carlos Wiering, especialista em RPG. Ele explica que muitas técnicas orientais, inclusive o shiatsu, envolvem a premissa de que é preciso incorporar a dor para livrar-se dela. Mas, para Wiering, isso só piora a tensão: "A reação natural diante da dor é contrair o músculo".
O fisioterapeuta pondera que não é incomum o paciente chorar ou sentir-se triste durante a massagem, mas isso não ocorre devido à dor física. "O paciente pode ter brigado com o pai e, a partir daquela tensão, passou a sentir uma dor no tórax, por exemplo. Ao fazer a massagem, mesmo já tendo feito as pazes com o pai, pode ser que ele reviva a mágoa que sentiu no momento da conflito", ilustra.
É por essa razão, diz Wiering, que já houve um movimento por parte do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional para que massagens terapêuticas, o que inclui a drenagem linfática, passassem a ser feitas somente por fisioterapeutas, que estudam não apenas o corpo humano, como também psicologia.
Ioga ou malhação?
Assim como fisioterapeutas ressaltam a importância de uma formação mais ampla para quem mexe com o corpo dos outros, como os massagistas, a ioga já foi foco de discussão no Conselho Federal de Educação Física. O argumento, na época, era de que a técnica, quando ensinada por profissionais sem conhecimento aprofundado sobre fisiologia, poderia trazer conseqüências para a saúde dos alunos, como dores ou problemas de coluna. Em 2002, no entanto, um substitutivo determinou que a ioga, assim como a dança e as artes marciais, não seria fiscalizada pelo conselho.
Anna Ivanov, presidente da Associação Internacional de Professores de Yoga do Brasil, relembra a polêmica, sugerindo que não faz sentido comparar a filosofia da ioga com o que se pratica em academias e ginásios de escolas. Mas ela concorda que há abusos: "Há várias escolas, muitos egos, e cada um quer colocar o seu tempero pessoal na receita, o que muitas vezes acaba desviando a prática de suas origens", critica.
O curso para formação de professores ministrados na associação, que tem filiais em vários Estados, é composto de 2.200 horas e inclui anatomia, cinesiologia, noções de psicologia e neurologia, ética e o estudo de textos filosóficos, entre outras disciplinas.
"Conhecer anatomia e entender a biomecânica dos movimentos é importante para evitar que os alunos tenham qualquer lesão", concorda o professor Sandro Bosco, que coordena um curso de formação de três anos no Yoga Dham, em São Paulo. Mas, para ele, é importante lembrar também que as pessoas devem buscar o tipo de ioga que melhor se adapte às suas necessidades.
Todos os especialistas consultados pelo UOL Ciência e Saúde concordam em um aspecto: escolhido o tipo de ioga que mais agrada, é preciso pesquisar o histórico do professor. Ainda que não exista um currículo oficial, vale analisar quanto tempo de experiência o profissional possui e buscar referências com pessoas de confiança. Afinal, ganhar um hematomas ou uma hérnia de disco não tem nada de "zen".
Para o médico e presidente da Associação Brasileira de Ayurveda Aderson Moreira da Rocha, a massagem tradicional indiana dificilmente causa desconforto. Isso porque o objetivo maior do toque é fazer os óleos medicinais penetrarem a pele. "Não há necessidade de nenhum movimento brusco", afirma, referindo-se à "abhyanga", modalidade mais comum de manipulação, muitas vezes feita a quatro mãos. O nome da prática em sânscrito, aliás, significa algo como "untar com amor", comenta Marcia De Luca, fundadora do Centro Integrado de Yoga, Meditação e Ayurveda.
Outro tipo comum de massagem ayurvédica, a "shirodhara", é ainda mais delicada: o óleo aromático é levemente aquecido e derramado sobre a testa do paciente. A técnica é especialmente indicada para relaxar e combater males como ansiedade e depressão. De Luca oferece na clínica, ainda, a "garshana", uma espécie de esfoliação feita com uma luva de fibras naturais, seguida da aplicação dos óleos, para estimular a eliminação de toxinas da pele.
Dor "boa"
"Uma coisa é aquela 'dor boa' descrita por alguns pacientes quando você mexe no nó muscular para desfazê-lo; outra, bem diferente, é a pessoa sair machucada", diz o fisioterapeuta Carlos Wiering, especialista em RPG. Ele explica que muitas técnicas orientais, inclusive o shiatsu, envolvem a premissa de que é preciso incorporar a dor para livrar-se dela. Mas, para Wiering, isso só piora a tensão: "A reação natural diante da dor é contrair o músculo".
O fisioterapeuta pondera que não é incomum o paciente chorar ou sentir-se triste durante a massagem, mas isso não ocorre devido à dor física. "O paciente pode ter brigado com o pai e, a partir daquela tensão, passou a sentir uma dor no tórax, por exemplo. Ao fazer a massagem, mesmo já tendo feito as pazes com o pai, pode ser que ele reviva a mágoa que sentiu no momento da conflito", ilustra.
É por essa razão, diz Wiering, que já houve um movimento por parte do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional para que massagens terapêuticas, o que inclui a drenagem linfática, passassem a ser feitas somente por fisioterapeutas, que estudam não apenas o corpo humano, como também psicologia.
Ioga ou malhação?
Assim como fisioterapeutas ressaltam a importância de uma formação mais ampla para quem mexe com o corpo dos outros, como os massagistas, a ioga já foi foco de discussão no Conselho Federal de Educação Física. O argumento, na época, era de que a técnica, quando ensinada por profissionais sem conhecimento aprofundado sobre fisiologia, poderia trazer conseqüências para a saúde dos alunos, como dores ou problemas de coluna. Em 2002, no entanto, um substitutivo determinou que a ioga, assim como a dança e as artes marciais, não seria fiscalizada pelo conselho.
Anna Ivanov, presidente da Associação Internacional de Professores de Yoga do Brasil, relembra a polêmica, sugerindo que não faz sentido comparar a filosofia da ioga com o que se pratica em academias e ginásios de escolas. Mas ela concorda que há abusos: "Há várias escolas, muitos egos, e cada um quer colocar o seu tempero pessoal na receita, o que muitas vezes acaba desviando a prática de suas origens", critica.
O curso para formação de professores ministrados na associação, que tem filiais em vários Estados, é composto de 2.200 horas e inclui anatomia, cinesiologia, noções de psicologia e neurologia, ética e o estudo de textos filosóficos, entre outras disciplinas.
"Conhecer anatomia e entender a biomecânica dos movimentos é importante para evitar que os alunos tenham qualquer lesão", concorda o professor Sandro Bosco, que coordena um curso de formação de três anos no Yoga Dham, em São Paulo. Mas, para ele, é importante lembrar também que as pessoas devem buscar o tipo de ioga que melhor se adapte às suas necessidades.
Todos os especialistas consultados pelo UOL Ciência e Saúde concordam em um aspecto: escolhido o tipo de ioga que mais agrada, é preciso pesquisar o histórico do professor. Ainda que não exista um currículo oficial, vale analisar quanto tempo de experiência o profissional possui e buscar referências com pessoas de confiança. Afinal, ganhar um hematomas ou uma hérnia de disco não tem nada de "zen".
Massagem é um ato instintivo do ser humano
O sentido do tato é uma forma de comunicação intensa e tocar deve ser uma relação natural entre as pessoas. O ato de tocar-se é instintivo do ser humano. O ato de fazer massagens, idem. Quando você se machuca, instintivamente massageia o local, buscando aliviar a dor. Fisiologicamente, massagear o local dolorido melhora a circulação e conseqüente oxigenação; além de aquecer a área afetada. Todos esses efeitos resultam no alívio da dor.
Existem vários tipos de massagem, com as mais variadas finalidades: relaxamento, estimulação, correção postural e aprimoramento da sexualidade são algumas delas. Mas a maioria das massagens tem como premissa promover a saúde do massageado e podem ser aplicadas nas mais diversas áreas da medicina: problemas oncológicos, respiratórios, digestivos e de reumatologia são alguns deles.
Nesses casos, as massagens devem ser aplicadas por profissionais de fisioterapia ou que tenham feito algum curso específico em técnicas como ayuvédica, shiatsu, tuiná, reflexologia ou rolfing.
A fisioterapia utiliza a massagem como instrumento diagnóstico e terapêutico. Esse profissional sabe que o toque, seja ele profundo ou sutil, proporciona efeitos locais e gerais no organismo humano. Tanto efeitos físicos quanto psicológicos, explica a fisioterapeuta Simone Lima.
Mas o privilégio de receber uma massagem não precisa ser usufruído necessariamente numa clínica ou nas mãos de um profissional. Se, findo o dia cheio no trabalho, você está sedento por uma boa massagem para aliviar as tensões, você pode ser massageado por mãos de um leigo.
"Como o toque é um ato instintivo, a massagem para aliviar tensões pode ser aplicada por qualquer pessoa, desde que com cuidado", explica a fisioterapeuta Simone Lima. Em casos de massagens relaxantes, deve-se estimular os músculos do ombro (trapézio) para liberar as toxinas e, em conseqüência, aliviar as tensões.
Existem vários tipos de massagem, com as mais variadas finalidades: relaxamento, estimulação, correção postural e aprimoramento da sexualidade são algumas delas. Mas a maioria das massagens tem como premissa promover a saúde do massageado e podem ser aplicadas nas mais diversas áreas da medicina: problemas oncológicos, respiratórios, digestivos e de reumatologia são alguns deles.
Nesses casos, as massagens devem ser aplicadas por profissionais de fisioterapia ou que tenham feito algum curso específico em técnicas como ayuvédica, shiatsu, tuiná, reflexologia ou rolfing.
A fisioterapia utiliza a massagem como instrumento diagnóstico e terapêutico. Esse profissional sabe que o toque, seja ele profundo ou sutil, proporciona efeitos locais e gerais no organismo humano. Tanto efeitos físicos quanto psicológicos, explica a fisioterapeuta Simone Lima.
Mas o privilégio de receber uma massagem não precisa ser usufruído necessariamente numa clínica ou nas mãos de um profissional. Se, findo o dia cheio no trabalho, você está sedento por uma boa massagem para aliviar as tensões, você pode ser massageado por mãos de um leigo.
"Como o toque é um ato instintivo, a massagem para aliviar tensões pode ser aplicada por qualquer pessoa, desde que com cuidado", explica a fisioterapeuta Simone Lima. Em casos de massagens relaxantes, deve-se estimular os músculos do ombro (trapézio) para liberar as toxinas e, em conseqüência, aliviar as tensões.
- Redação Terra
Visão de borboleta

Uma lição interessante eu tive quando estava saindo para o escritório.
Quando abri a porta da garagem, eu surpreendi uma grande borboleta. Imediatamente ela voou em direção ao que percebera como ponto de fuga, um pequeno círculo - no alto da garagem, onde freneticamente tentava sair através da invisível parede de vidro.
Eu abri a porta da garagem com a esperança de ajudar na fuga. Isto fez com que ela voasse para mais alto e mais alto até ficar presa à uma teia de aranha. Temendo que ela acabasse morrendo presa na teia, apanhei uma vassoura e a ajudei a escapar das finas linhas.
Nisto, ela retornou furiosamente a agitar suas asas, batendo contra o vidro, que era, em sua perspectiva, o caminho de fuga, mas permanecia presa em sua gaiola.
Bastava, simplesmente girar seu enfoque para o lado, e teria facilmente saído de sua prisão. Entretanto, devido a manter sua atenção em uma única direção, permaneceu limitada, cativa.
Observando a borboleta, percebi que em nossa vida, muitas vezes nos vemos em situações semelhantes, onde basta mudar um pouco o enfoque e, facilmente, encontramos a saída.
AUTOR DESCONHECIDO
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